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"Só se pode alcançar um grande êxito quando nos mantemos fiéis a nós mesmos." Friedrich Nietzsche

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Por: Fernanda Nicolle Santos Silvano


O cinema é um artefato cultural criado por determinadas culturas que nele se refletem e que, por sua vez, as afetam. É uma arte poderosa, é fonte de entretenimento popular e, destinando-se a educar ou doutrinar, pode tornar-se um método eficaz de influenciar os cidadãos.
O cinema asiático apresenta uma diversidade excepcional em seu território, com diferentes culturas étnicas e religião ainda maiores que da Europa e da América do Norte. Isso irá influenciar muito o conteúdo dos filmes e a estrutura das indústrias cinematográficas locais.
O cinema asiático é dividido em cinema do leste asiático, cinema sudeste asiático, cinema do oeste asiático e cinema do sul asiático. Os principais países da indústria cinematográfica da Ásia são China, Japão, Índia Hong Kong e Coreia do Sul.
O cinema do leste da Ásia que abrange China, Taiwan, Japão e Coreia do Sul, tem uma produção que não depende da promoção do autor, por ser economicamente bem sucedido. Nesse continente o ator é mais valorizado do que o diretor, e chega a levar a pré-venda do filma em alguns países, principalmente o Japão. A presença do astro é tão grande que nos países os DVDs são organizados conforme os atores principais e não em ordem alfabética ou por diretores. A maioria dos filmes não se presta à classificação ocidental por gênero, pois mistura uma variedade de gêneros.
Mas o cinema asiático precisa de uma boa base para operar na esfera internacional e até mesmo nacional, mesmo que ainda exista uma distância muito grande entre o leste da Ásia (que abrange os principais países do cinema asiático) e o Ocidente para dar apoio maior para a produção cinematográfica. 


Bibliografia:
site:http://books.google.com.br/books?id=ur3KmNheYKkC&pg=PT37&dq=cinema+do+mundo:+asia&hl=en&sa=X&ei=p0pbUefmMIbc9QTUqoD4AQ&ved=0CD4Q6AEwAw acessado em 02/04/2013

Por: Caio Gliosci

 

 A arte Nô é a mais famosa e legítima arte japonesa, criada no século XVI pelo dramaturgo Kan’ami, passou a ser administrada após sua morte pelo filho Zeami. É uma fusão do teatro, da música, do drama e da poesia. Nô possui uma linguagem formal e com predominância aos aspectos simbolistas, portanto desprezando os aspectos realistas. foi a primeira forma mais completa, dois papéis principais Shite: era uma personagem mascarada que recita, canta e dança; 2ª Waki que era a personagem contra ao Shite. No teatro Nô existe o Jú que é o coro e os figurantes, existem os músicos: três tambores e uma flauta; Kokém: que era quem entregava os adereços aos atores.



Kabuki

O Kabuki é uma das formas mais tradicionais de teatro japonesa, originada no período Edo, no começo do século XVII. A palavra “Kabuki” foi criada por Okuni, uma incrível dançarina, é a junção de 3 ideogramas chineses; “ka”, “bu” e “ki”, que significam respectivamente: cantar, dançar e representar. Inicialmente, o Kabuki tinha como principais personagens, cantores e dançarinas, era uma espécie de drama leve. Eles eram acompanhados por instrumentos tradicionais japoneses, tais quais o shakuhachi (flauta de bambu japonesa), o shamisen e a biwa (instrumentos de cordas).
Essa forma de teatro era cultivada principalmente pelos mercadores da época. Buscavam expressar seus ideais nas peças, faziam críticas à sociedade, ao governo e à fatos históricos, através de sátiras, ironias e dramas. Tendo em vista a revolta social, o Kabuki tinha como tema principal, a insatisfação dos mercadores com a classe samurai e o sistema feudal, pois a classe mercantil, usufruía e abusava de alto poder econômico mas ainda devia o respeito aos seus superiores. Além disso, o Kabuki falava sobre o dia-a-dia da classe plebeia.
         A época, as atrizes eram a atração maior, pois suas danças e sua beleza atraíam um número enorme do público. Muitas dessas mulheres tornaram-se mais tarde prostitutas.
Entretanto, o que mais atraía o público da época eram as atrizes. Através das danças enfaticamente sensuais, o público do Kabuki comparecia a esses eventos não mais pela atuação em si, e sim pela beleza dessas mulheres. Prova disso é que muitas delas eram prostitutas.
Logo que surgiu, o Kabuki se expandiu e se popularizou, assimilando características de todas as formas teatrais que já existiam no Japão. O Kabuki extraiu técnicas e repertório para tornar-se, assim, a forma de teatro mais popular do Japão, ainda nos dias de hoje. 

Kyogen

Um dos primeiros teatros modernos , surgiu no século XIV no Japão, é apresentado tradicionalmente apenas por homens e é uma alternativa cômica, diferentemente do Nô que é de natureza musical. O Kyogen tem o diálogo com uma linguagem coloquial como centro e é apresentado em um tempo curto, mas intenso e suficiente para alcançar o objetivo da peça, pois retrata com uma maneira humorística fatos do cotidiano, mas sem deixar de lado a elegância e irreverência, sendo também bem dinâmico. Contando apenas com acessórios de mão, não necessita de cenários elaborados, e a atuação conta com todos os tipos de expressões, incluindo mudança de cenário e tempo. Sua vestimenta é formada normalmente sem o uso de máscaras ou maquiagens bem elaboradas, mas suas roupas têm grande predominância aos tempos antigos. 

Bunraku
O teatro Bunraku, surgiu por volta do fim do século XVI, vem de uma derivação do teatro Osaka, que é muito popular “Bunrakuza”, por apresentar peças de mesmo gênero. Pode ser também chamado de Ningyo (boneco ou fantoche) Joruri (estilo e canto), o teatro Bunraku se baseia em um teatro de bonecos feitos de madeira, e alguns chegam até dois metros de altura. Os bonecos eram controlados apenas por um titereiro mas ao passar dos tempos foi aperfeiçoando e até os dias de hoje são três titeriros:
*Central: Sobre tamancos altos insere sua mão esquerda no orifício do quadril e segura a haste do pescoço entre o polegar e o indicador. Utiliza 3 dedos da mão para manipular os fios que dão movimento aos olhos, a boca e a sobrancelha. Sua mão direita é utilizada para mover o braço direito do boneco.
*Esquerda: É o assistente, manipula o braço esquerdo do boneco, tendo total sintonia com o titeiro central, observando principalmente os movimentos da cabeça do boneco.
*Pernas: Este titeiro fica com as pernas dobradas e controla as pernas e os pés do boneco, mas, como via de regra bonecos femininos não têm pés, este deve criar a ilusão de pernas e pés, movendo a barra do quimono com suas mãos e braços.
Os bonecos são produzidos nos mínimos detalhes e assim tem expressões faciais muito bem elaboradas, é necessário, pois há movimentos em todo o corpo e até nos olhos, sobrancelhas e na boca.
Na apresentação, o narrador é de extrema importância, pois descreve grande parte da peça - o ambiente, cenário, as cantorias e as ações dos personagens.
No século XVIII, por ter uma duração muito extensa de em média 5 horas e o surgimento de novas técnicas com teatros de bonecos, o Bunraku entrou em decadência, mas já no século XX ele voltou à tona com técnicas sofisticadas. Além de ele ser bastastante preservado atualmente é um patrimônio cultural do Japão.


Teatro na Tailândia

O teatro tailandês, utiliza a dança tradicionalmente e se distingue em cinco tipos:
*Lakhon: é uma dança tailandesa bastante popular em que representa diversas histórias populares de vários temas do Ramakian. No começo, o Lakhon era apresentado somente no Palácio Real e por mulheres, já depois o Lakhon nok (exterior) era apresentado em qualquer lugar e tinha a participação tanto de homens quanto mulheres em seus espetáculos.
*Nang Talung: muito famoso, popularmente conhecido como teatro das sombras, surgiu na Malásia, suas marionetes são fabricadas com pele de búfalo e disfrutam de histórias clássicas e populares.
*Likay ou Likhe: é basicamente a mistura de folclore com a música clássica tailandesa, usam histórias e lendas populares como tema. Os espetáculos são muito grandes e fantásticos pois às maquiagens e vestimentas são muito bem cuidadas e elaboradas.
*Khon: antigamente, era o espetáculo mais conhecido e é somente interpretado apenas por homens e apenas em ocasiões especiais, porém, hoje já é interpretado por homens, mulheres, macacos e demônios e pode ser visto apenas no Teatro de Bangkok e no Teatro Real Chalermkrung. Os atores que dançam cenas, utilizam máscaras e são acompanhados de músicas projetadas através de tambores, sinos, gongos, xilofones e flautas. 








































Teatro de Sombras

O Teatro de Sombras é uma arte legítima do Oriente, através de um foco de luz aceso atrás de uma tela branca, imagens são projetadas para contar e realizar uma história. As figuras recortadas podem ter várias formas e são de silhuetas humanas, animais ou de objetos em papel. É uma das coisas mais tradicionais da China, leva consigo um legado de muitos anos e é considerada uma arte milenar. Tem como intenção aumentar a amizade e o respeito entre as pessoas, e a solidariedade à natureza. Sua origem é incerta, pode ter sido na China ou na Índia, e cada país desses, tem suas respectivas características, sendo que no China é a pedagógica, mas segundo a lenda, é que o Imperador da dinastia Han, teve sua bailarina predileta morta, mas acreditava em arte das magias, então pediu para que o mágico trouxesse a bailarina de volta ao “Reino das Sombras” , caso contrário seria decapitado, imposta essa exigência, o mago fez de sua imaginação sua salvação e usou pele de peixe para que ela ficasse semelhante a uma silhueta de uma bailarina, logo após, usou uma cortina branca esticada sobre o campo onde o sol se filtrava, e com a presença de toda a corte na varanda o mago utilizou o som de uma flauta e evoluiu à sombra da silhueta da bailarina, todos acreditaram que era real e ficaram alucinados com total semelhança.
São usadas pele de animais ou papelão para produzir as marionetes e a sombra delas é projetada sobre um tecido, e são perfeitamente movimentadas e reproduzidas por um marionetista e um manipulador solista, que ficam por trás do pano, para que assim a plateia os veja e pense que aquela silhueta projetada seja verdadeira. E para tudo ocorrer de maneira correta o tempo de aprendizado é longo e rigoroso, são feitos vários exercícios de manipulação, mas para que o aprendiz se forme é preciso ter o domínio necessário da dramaturgia e saiba produzir as silhuetas. A origem pode ser dada como, de acordo com lendas hindus, Vishnu reencarnou na terra pela sexta vez na forma de Parasurama, com o objetivo de proteger a devida supremacia espiritual e social da casta dos Brâmanes. Abandonou sua trajetória sangrenta, após inúmeras guerras, e de forma simbólica, lançou seu machado ao mar e com este golpe, sua arma cai ao Sul da Índia e sua violência fez emergir uma faixa de terra a qual Parasurama chamou de Malabar. Foram levadas várias famílias Brâmanes para esta terra sagrada com o objetivo de povoamento, formaram uma sociedade extremamente religiosa e ritualística.
O intenso comércio de especiarias e o ouro negro atraiam viajantes de todo o mundo, e assim, misturavam-se diferentes culturas à forte religiosidade do lugar e a tradição por grandes rituais e a constante presença de elementos dramáticos, surgiu a mais rica forma teatral da Índia : O teatro Kathakali.
O Kathakali é apresentado apenas na época das monções, nas celebrações religiosas de agradecimentos, e recebeu grande influência de artes marciais de Kerala, e é representada por uma simples melancolia. Contrapondo isto, beijar, comer, dormir e gritar são considerados indelicados.
O palco do Kathakali é composto por apenas uma lamparina movida por óleo de coco, e o figurino dos atores é determinado como a natureza do personagem, e por ser bem elaborado, os atores levam mais ou menos cinco horas para estarem prontos.
























Ópera de Pequim (China)

A Ópera de Pequim, é a ópera mais importante que surgiu no século XIX, e leva características como os elementos trágicos e cômicos que são unidos com danças, sons músicas, sons de tambores, instrumentos de sopro, literatura, cantos, malabarismo e até mesmo artes marciais. Com narrações poéticas e acrobáticas vemos uma forma dramática de apresentação de seus contos e lendas populares, com a linguagem usada no cotidiano.
As óperas mais antigas são representadas em mandarim arcaico, mas alguns teatros tem subtítulos em inglês disponíveis. Os figurinos são bastante produzidos e servem para diferenciar a classe social do personagem. As cores tem um significado essencial e específico, por exemplo o branco, que significa mentira, o preto, atrevimento e cores douradas e prateadas representam figuras divinas.
Os atores do gênero possuem diferentes habilidades e domínios e por isso levam muito tempo para aperfeiçoar, os estudos são longos e difíceis. Um dos melhores teatros da capital para assistir a um bom espetáculo é o Teatro ChangAn.


Bibliografia:
http://www.wikipedia.com.br
https://www.google.com.br/search?q=opera+de+pequim&rlz=1C1CHNQ_pt-brBR529&aq=f&um=1&ie=UTF-8&hl=pt-PT&tbm=isch&source=og&sa=N&tab=wi&ei=0ypbUd_wJZTe8wTnjIDQBw&biw=1600&bih=756&sei=zixbUZuuLObc4AO97IGABQ#imgrc=_
http://portuguese.cri.cn/152/2007/08/22/1@73770.htm
http://www.saindodamatrix.com.br/archives/kathakali.htm
https://www.google.com.br/search?q=khon+teatro&rlz=1C1CHNQ_pt-brBR529&aq=f&um=1&ie=UTF-8&hl=pt-PT&tbm=isch&source=og&sa=N&tab=wi&ei=hAVbUfzjJZHc8ASo8YCQBg&biw=1600&bih=720&sei=iAVbUc_FEZPF0AHOsIH4Ag#um=1&hl=pt-PT&rlz=1C1CHNQ_pt-brBR529&tbm=isch&sa=1&q=teatro+das+sombras+oriente&oq=teatro+das+sombras+oriente&gs_l=img.12...0.0.8.5306.0.0.0.0.0.0.0.0..0.0...0.0...1c..8.img.SPFC18Kpz3E&bav=on.2,or.r_qf.&bvm=bv.44697112,d.dmQ&fp=ea1803fa4e1335da&biw=1600&bih=756&imgrc=RWFjzIFk-T9f9M%3A%3BzUJH_OGgfQgXFM%3Bhttp%253A%252F%252F2.bp.blogspot.com%252F_aWyDEBQ9qeE%252FSl1eU7kHjXI%252FAAAAAAAAAFQ%252FEmThiOJuDxo%252Fs400%252FAA.jpg%3Bhttp%253A%252F%252Fe-tudo-de-bom.blogspot.com%252F2009_07_01_archive.html%3B308%3B400
http://en.wikipedia.org/wiki/Ky%C5%8Dgen
http://en.wikipedia.org/wiki/Noh_theatre
http://en.wikipedia.org/wiki/Shadow_Theatre

Visitados em 29/03/2013




Arquitetura e escultura Orientais



Por: Isadora Souza Daltro de Castro

Durante o século XX, até agora encontramos vários estilos de arquitetura ocidental, tais como: Art Decó, Modernista, Kistch e futurista (Pós-Modernista). A atual arquitetura oriental/asiática está alinhada, em sua maioria, ao estilo futurista.
A arquitetura contemporânea é uma mistura de diversos estilos modernos, que possuem diversos recursos e que não foram classificados. De certa forma, o estilo de arquitetura contemporâneo é impreciso porque se refere a construções de 80 anos de idade em que predominava o estilo clássico.
O estilo da arquitetura contemporânea é predominantemente o pós-modernismo (futurista), que tem como diretiva a mistura de estilos anteriores e a adoção de assimetria e formas geométricas não lineares (desconstrutivismo). Um bom exemplo desse estilo é a Torre do Banco da China, em Hong Kong.
A Ásia compreende uma região enorme, com diversos países e culturas, cada região possui sua própria arquitetura clássica, cultura, religião e arquitetura influenciada pelos estilos arquitetônicos modernos ocidentais, qualquer trabalho, portanto, sobre esse assunto ou se concentrará em uma região, pois o assunto é extenso, ou irá realizar um pequeno passeio por certo número de regiões ou países.
Optei pelo passeio, pois permite viajar por diversos países como: China, Japão, Malásia, Cingapura, Índia, Coreia, Cazaquistão e Emirados Árabes, infelizmente não foi possível incluir todos os países.
O Terminal do Aeroporto Internacional de Pequim 3 possui quase dois quilômetros de comprimento, sendo o maior aeroporto do mundo, foi projetado para ser amplo, aberto e luminoso. Visto de cima ar, este aeroporto possui a forma de um dragão, com cores imperiais, tais como o vermelho e o amarelo, simétrico no seu eixo principal. Possui detalhes como um antigo tonel de cobre imperial chinês e um jardim interior – o aeroporto é, inegavelmente, moderno e ao mesmo tempo tradicional à cultura chinesa. É uma das maiores “marcas” olímpicas deixadas para sempre e posicionando a China no centro do palco mundial, reforçando o seu novo status de superpotência.
Para as pessoas que gostam de aventura a China oferece uma hospedagem no meio do deserto Xiangshawan 800 km a oeste de Pequim e entre Ordos e Baotou. A arquitetura do Hotel Lotus poderia sem dificuldade ser utilizada nos hotéis do litoral nordeste brasileiro.
Existem quatro principais características que definem a arquitetura contemporânea japonesa: ela é transparente, fina, delicada e luminosa.
No Japão a composição de leveza e transparência destaca as pessoas e os objetos, retirando da cena o edifício como podemos ver a seguir:
O edifício da Dior em Tóquio, de 2003. Com telas de acrílico translúcidas dispostas por trás da pele de vidro. 
Nos anos recentes, tem-se tornado cada vez mais popular nas construções públicas e escritórios a adoção da luminosidade, com designs de arquitetura transparente que se utiliza de grande quantidade de vidros. Entre os edifícios com esse estilo, provavelmente o mais famoso seja o Museu de Arte Contemporânea do Século 21 Kanazawa, na província de Ishikawa. A estrutura circular do museu é coberta de vidro em todos os lados. Não existe distinção entre a frente e a saída do edifício; assim, os visitantes podem entrar ou sair de qualquer direção desejada. Tudo isso dá ao edifício uma atmosfera de muita transparência.








Essa casa, chamada Ninety7 @ Siglap, projetada pelo escritório de arquitetura Aamer, foi construída em Singapura.
Como se vê, oferece vistas esplêndidas: os quartos da família ficam no terceiro piso superior e a eles está reservada a melhor visão. 
Este edifício é um dos maiores auditórios do mundo, chamado Astana State, construído no coração do Cazaquistão. O projeto apresenta uma forma semelhante a um “dombra”, instrumento típico do Cazaquistão.
Khan Shatyr“, ou “Tenda do Rei”, é um shopping center do Cazaquistão que teve inspiração nas cabanas circulares (Yurts), usadas desde tempos remotos pelos pastores mongóis, com altura de 150 metros, é a maior tenda do mundo. Técnicos descobriram que o formato de tenda permite um melhor controle da temperatura. O telhado, feito de um resistente plástico transparente, está apoiado numa rede de cabos que estão unidos em uma torre central. O material transparente permite que o sol passe através dele. Além de lojas, no seu interior funcionam também um hotel e até um parque aquático.
Inspirado em um dos principais símbolos da Índia, o Templo de Lótus, Casa de Adoração Bahá'í em Nova Déli, foi criado pelo arquiteto iraniano Fariborz Sahba. Composta por 27 pétalas folheadas em mármore italiano e fixados em três colunas para dar a forma de nove lados, e é rodeada por nove grandes piscinas de água que, não somente aumenta a beleza do edifício mas também toma um papel significante no sistema de resfriamento natural na seção da oração.




O edifício do Milênio, no centro de Seul, é um dos principais marcos da arquitetura moderna da Coréia do Sul.
       O complexo Marina Bay Sands é formado por um hotel de luxo, shopping onde podem ser encontradas todas as marcas mais luxuosas do mercado internacional. É um hotel e um dos principais cassinos de Singapura.
       O Marina Bay ficou mundialmente famoso por uma das maiores piscinas infinitas do mundo, que se localiza no topo das torres do hotel.














O aeroporto internacional de Dubai possui longas colunas nos espaços internos, decorado com palmeiras, revestidos em mármore branco e detalhes em dourado, em um estilo que tem origem nas tradições árabes da região. Possui um enorme luxuoso shopping center em suas instalações, onde as maiores marcas de maior luxo e prestígio do mundo podem ser encontradas e que reflete a realidade do que é Dubai.














O aeroporto Kuala Lumpur International Airport (KLIA) é “uma união da cultura indígena e as formas abstratas do modernismo”. O arquiteto japonês Kisho Kurokawa incorporou influências do meio ambiente cultural e natural da Malásia e para isso projetou para a estrutura do telhado, uma série de conchas paraboloide hiperbólica, que pairam acima do local como um aglomerado de cúpulas islâmicas. Este desenho, feito em aço inoxidável, lembra o formato de mesquitas antigas misturada com materiais modernos e a tradição cultural.













A escultura “Inbetween Architecture” do Studio Mumbai da Índia apresenta uma estrutura que mapeia uma série de habitações que apareceram entre os galpões situados atrás do próprio escritório do Studio Mumbai e se inspirou na arquitetura "parasitária" que vem surgindo entre os edifícios existentes em centros urbanos muito adensados como Bombaim. 












Uma escultura do artista chinês Chen Wenling, que está em exibição em uma feira de arte contemporânea em Cingapura, chama atenção por lembrar uma "pessoa anoréxica”.
















Praça Tiananmen por Yan HongFei. A imagem principal é um mosaico de 4 lanternas gigantes e cercando as lanternas um jardim de flores. A lanterna representa a essência da cultura tradicional chinesa.













Em tamanho real a escultura Baleia Azul pode ser vista no Museu Nacional da Natureza e Ciência de Ueno, Tóquio.












Escultura no Parque, Complexo arquitetônico do distrito Roppongi, Tóquio.

   
















O Arquiteto Joaquim Guedes definiu: “A arquitetura atual não segue a função nem estilos históricos; é monetarista, interessada em status”. Alguns podem discordar, mas em minha pesquisa sobre a arquitetura oriental ou asiática encontrei diversos projetos cujos autores nada tinham de orientais. O dinheiro e o talento transformam um projeto ocidental em oriental, mas para isso, incorporaram as características culturais e religiosa de seus contratantes.





         


Bibliografia:
http://imoveis.culturamix.com/noticias/entendendo-a-arquitetura-contemporanea
http://www.contemporist.com/2011/07/12/ninety7-siglap-by-aamer-architects/
http://obviousmag.org/archives/2010/12/arquitetura_moderna_-_floresta_cultural.html#ixzz2OnBosofs
http://obviousmag.org/archives/2007/08/edificio_do_pov.html#ixzz2On6vblD2
http://mulher.uol.com.br/casa-e-decoracao/album/exposicao_victoria_albert_album.htm#fotoNav=18)
http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2012/01/escultura-exibida-em-feira-asiatica-lembra-jovem-anorexica.html
http://www.centroculturalsaolourenco.com/portugues/artistas/Nakaoka/index.html
http://blogdopetcivil.com/2012/02/27/astana-a-cidade-do-futuro/
http://cinenegocioseimoveis.blogspot.com.br/2012/09/cazaquistao-o-novo-mercado-do-luxo.html
http://www.arcoweb.com.br/entrevista/joaquim-guedes-a-arquitetura-01-08-2001.html
http://www.sculptsite.com/Archive/sculpture-headlines-Tiananmen-Square-Landscape-10-04-11.html
http://muza-chan.net/japan/index.php/blog/blue-whale-sculpture
http://www.flickr.com/photos/15455070@N03/3841825670

Acessados em 29/03/2013, às 15:31















Por: Daniella Pabriny Viegas da Silva

A Ásia é o maior continente do mundo, seja em extensão territorial, seja na população. A Ásia é um lugar onde preza muito a moda. A sociedade ocidental têm muitos preconceitos em relação à moda asiática, por exemplo, quando se fala em japoneses e chineses principalmente, a primeira imagem que vem à mente é aquela de pessoas fazendo uso da vestimenta denominada de KimonoA moda por lá, no entanto, é recheada por vários estilos.
        Na maioria das vezes, a moda oriental é mais delicada, pelo fato de mostrar muito  mais a feminilidade da mulher, com tecidos fluidos, xales, flores, detalhes, e outros. A Ásia criou um vestuário totalmente singular para a mulher, porém nem sempre foi assim, a moda chinesa, por exemplo, sofreu uma grande mudança no século XX. O ditador comunista Mao impôs a toda população que usassem vestimentas unissex e em cores ordenadas por ele. Já  a moda japonesa, após a Segunda Guerra Mundial, fez com que se tornasse obrigátorio para os homens o uso da moda ocidental. Isto fez com que as mulheres abandonassem suas tradicionais vestimentas.


















Na Segunda Guerra Mundial, o governo americano publicou um pôster, que na verdade era uma cópia semelhante da União Soviética, conhecido como Rosie The Riveter ( Rosie, A Rebitadeira). O pôster incentivava as mulheres a trabalharem nas fábricas no lugar dos homens e mais do que estimular as mulheres,ele induzia a adoção de uma estética masculina ao colocar uma mulher arregaçando as mangas e mostrando os “muques”. A imagem do pôster foi um retrato fiel da época, pois as mulheres que trabalharam nas fábricas no período da guerra guase não podiam ser distinguidas desta caricatura.

















        A estética masculina do período só foi fragmentada em fevereiro de 1947 quando Christian Dior, um estilista por volta de seus 42 anos, lançou o New Look (Novo Olhar). O New Look foi sua primeira coleção, denominada Corolla por ser uma metáfora para a forma como seus vestidos e modelos se pareciam a flores brilhantes e naturais. Dior defendeu que aquele era o momento de superar a crise; “Nós estamos emergindo de um período de guerra, de uniformes, de mulheres-soldados, de ombros quadrados e estruturas de boxeador. Eu desenho mulheres-flores, ombros suaves, cinturinhas e longas saias que explodem em volumes e camadas, como uma corola. Estou dando às mulheres o que elas querem.” A moda oriental é bastante variada e diversificada, alguns exemplos disso são os estilos: Gothic Lolita, Decorative e Ulzzang.

















A moda oriental Gothic Lolita que também pode ser abreviada como GL, Gosuloli, Gosurori e Gothloli, é um dos muitos gêneros de Lolita, um dos estilos mais populares que existe. O estilo é um visual semelhante a uma boneca de porcelana ou princesa, que por sua vez usam roupas inspiradas na moda Vitoriana, Rococó ou Edwardiana em sua maioria, fazendo com que as mulheres e meninas apreciadoras do estilo mantivessem um visual infantil.  No entanto, os acessórios das roupas, os detalhes são itens que remetem a outras épocas.
        Geralmente, os sapatos usados na moda Gothic Lolita têm o bico redondo e eles podem ou não ter plataformas ou saltos quadrados, porém dificilmente possuem salto fino. Outra característica curiosa são as sapatilhas bem detalhadas, mas sapatos boneca são mais comuns ainda. Botas em sua maioria são inspiradas no estilo vitoriano. A principal característica desse estilo são vestidos, blusas de inspiração gótica ou vitoriana, assim como saias comuns, rodadas e com anáguas adequadas.
Alguns outros acessórios que por vezes aparecem na moda gótica incluem aventais em estilo ‘Alice no País das Maravilhas’, cartolas e mini-cartolas, chapéus em miniatura, coroas, arcos com laços, sombrinhas, luvas de renda e retângulos ou círculos de tecido enfeitados com renda, laços, flores e outros, são usados no alto da cabeça, indepedentemente se for centralizado ou de lado. Os acessórios Lolita costumam possuir temas como naipes de baralho, asinhas, coroas, corações, laços, borboletas, animais etc. As amantes desse estilo carregam outros acessórios como bolsas em forma de morcego, caixões, crucifixos, ursinhos de pelúcia e outros brinquedos do tipo também são bastante  comuns, e algumas marcas fazem bichinhos específicos para esse estilo.
O cabelo das Lolitas, na maioria das vezes, é cacheado justamente para se assemelhar a uma boneca de porcelana, e a franja reta acima dos olhos é super comum, embora não seja uma regra. Um corte de cabelo comum é o hime cut “corte princesa”, com franja reta acima dos olhos, mechas na altura das maças do rosto, boca ou queixo nas laterais do rosto, e comprido atrás. Os tons de cabelo são o negro e castanho escuro usuais das japonesas, assim como o castanho claro. Cores fortes como rosa, vermelho, roxo e azul são raras a não ser entre Bandgirls e Punk Lolitas. Perucas, especialmente loiras, são muito populares, assim como apliques. 

Decora é uma abreviação para o nome Decorative. Esse estilo surge na década de 90 quando garotas entre 13 à 17 anos no Japão usavam e abusavam de cores fortes e cítricas, misturados com estampas, presilhas, bichinhos, no qual seguem um estilo bem bonequinha. Suas roupas são cheias de desenhos fofos como, gatinhos e palhaços, estão sempre com várias tiaras, pompons, laços, coroas, mochilas e bolsas. Nos pés, geralmente, usam tênis e botas com meias coloridas. Gostam de misturar diversos colares, pulseiras e muitas vezes, as adeptas do estilo Decora decoram até as armações dos óculos e pintam e desenham em máscaras cirúrgicas.
A moda Decora não deixa nenhuma parte do corpo escapar, os braços, as pernas, a cabeça, tudo tem que estar enfeitado com acessórios bem coloridos. Decora tem apenas uma ramificação que não segue o estilo colorido que é o Dark Decora que possui o mesmo exagero de acessórios, porém as cores predominantes são as mais escuras.













        Ulzzang é uma gíria inventada na Coréia e ao pé da letra significa rosto bonito. Pelas fotos percebe-se o porquê do nome: pele impecável, maquiagem neutra, olhos grandes e abonecados e nariz e boca pequenos, tudo isso contribui para um rosto lindo e angelical. A aparência, porém, não é o único item importante nesse estilo, as roupas causam um grande diferencial. As que gostam desse estilo vestem-se sempre em harmonia, sem ser extravagante como os outros dois estilos descritos nos parágrafos acima.

Curiosidades














  • JAPÃO:  Dentes tortos são vistos como imperfeição na maioria dos países ocidentais. No entanto no Japão são considerados bonitas as pessoas que têm dentes tortos, principalmente as mulheres, pois para eles a mulher fica mais felina o que deixa a mulher mais atraente e desejável. É crescente a quantidade de adolescentes e adultas que procuram dentistas para ficar com dentes tortos. Os dentes preferidos para a mudança estética são os caninos. O efeito odontológico é chamado de yaeba que significa dente duplo. No procedimento, o dentista cola pequenas próteses por cima dos caninos daí o nome yaeba. Eles ficam com aspecto vampiresco apesar de não ser essa a intenção e sim ficar mais desejável ao colocar  uma pequena imperfeição no rosto feminino. Porém há os que dizem que é essa pequena imperfeição que faz com que meninas bonitas pareçam mais “fáceis”. Há algumas celebridades japonesas com yaeba, mas não são implantes fixos, só servem para se tornarem mais populares.
  • CHINA, INDONÉSIA E TAILÂNDIA: Em países ocidentais, a maioria das pessoas não gosta/gostam nem um pouco de usar aparelho. Na China, na Indonésia e na Tailândia, porém, usar aparelhos é moda, tendência e faz a pessoa super cool (“maneira”). Tanto que, crianças e jovens que têm os dentes perfeitos recorrem a aparelhos fakes (falsos) apenas para andarem na moda. Nestes países, aparelhos de correção dentária costumam ser bem caros assim, apenas pessoas ricas costumam usá-los, os aparelhos fakes, no entanto são bem mais baratos que os verdadeiros, sendo assim, usados numa tentativa de obter status social. Entretanto os aparelhos fakes são perigosos pois, apesar de não pressionarem muito os dentes, eles já causaram diversas infeções e até mesmo mortes entres os adolescentes. Devido a isso, o governo da Tailândia chegou a proibir a sua comercialização, apesar disso, não foi suficiente para acalmar a “febre”.

  • Bibliografia:                                                                                                                       
    http://teusvestidos.wordpress.com/tag/historia-da-moda/
    http://duodeluxo.wordpress.com/2010/05/10/dior-surge-um-novo-estilo/
    http://m-blogdetudoumpouco.blogspot.com.br/2010/10/moda-asiatica-gothic-lolita.html
    http://coisasdeanime.wordpress.com/moda-asiatica-decora/
    http://senhorita-lady.blogspot.com.br/2012/01/moda-asiatica-ulzzang.html
    http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=21382
    http://www.arcodavelha.eu/insolito/ultima-moda-na-asia-usar-aparelho-fake-nos-dentes/
    http://www.arcodavelha.eu/insolito/japonesas-vao-ao-dentista para-ficar-com-dentes-tortos/

    Visitados em: 28/03/2013 às 22:04.